
Levantando machados para vingança a faca fura sangue de pudor.
O crime genoma está solto como genocida, mas aquela Caveira não mente
semens em céu aberto no cemitério político do ator.
Inocentes homens partidos ainda conclamam a “essência” roubada do patrimônio saqueado.
Eis aí a guerra.
Ao redor dele morreu por dia 100 missão de paz no El Salvador.
Ainda assim o presidente satisfeito deu até uma declaração em TVs fazendo a suposta pace com os “inimigos”; mesmo faltando dedos conseguiu aprendeu a contar dinheiro e campina.
No congresso está todo a favor da ética do trabalhador;
O homem de “exemplo” traz risada, bola, pinga e rosada.
O seio do senso político salpicou
tempero dos sapos raquíticos sem umidade, sem calor e unidade.
O cosmo do sapo está ameaçado na tribuna de taboa fala a saga com veracidade.
O discurso na petição de bolsos capitalistas beneficiam esta sua falsa ética burocrática.
E desta lei suja na ordem violenta „democrática“.
Aí grita: ”arranca o sapo boi daí, mate-o”.
Então o problema está resolvido e a questão solucionada.